A obra da nova Estação de Esgoto Preliminar (EEP), que integra a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Nova Esperança, avançou nesta última quinta-feira (11) com a concretagem da laje superior da estrutura. Segundo a Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), esta é a antepenúltima etapa de concretagem prevista no cronograma.
Nesta fase, os trabalhos estão concentrados nas calhas da laje superior, local por onde o esgoto inicia o processo de tratamento ao chegar à estação.
Durante a visita à obra, a prefeita Juliana Pavan acompanhou o andamento dos serviços.
“Esta é uma obra fundamental para o avanço do saneamento de Balneário Camboriú, porque vai modernizar a entrada do sistema, proteger as demais etapas do tratamento e garantir mais eficiência para a nossa cidade. A estação contará com equipamentos de ponta, com o que há de melhor no mundo em tecnologia para esta fase preliminar do tratamento de esgoto”, destacou.
De acordo com a Emasa, após a conclusão da concretagem do terraço, a obra seguirá para os acabamentos finais e para a preparação dos equipamentos eletromecânicos que serão responsáveis pela separação preliminar do esgoto.
Entre as melhorias previstas estão a instalação de peneiras de última geração e outros equipamentos destinados à retenção de resíduos, com o objetivo de proteger as estruturas das etapas seguintes do tratamento.
O diretor-presidente da Emasa, Auri Pavoni, afirmou que a nova estrutura representa um avanço para a operação da ETE Nova Esperança e para o sistema de esgotamento sanitário do município.
“Estamos entrando na reta final de uma obra estratégica para Balneário Camboriú. A Estação de Esgoto Preliminar é onde começa todo o processo de tratamento, com a separação dos resíduos sólidos antes que o esgoto siga para as demais etapas. Com essa nova estrutura, teremos mais eficiência, mais segurança operacional e equipamentos modernos, preparados para atender a demanda da cidade”, afirmou.
A etapa final da obra também prevê intervenções no entorno da estação, incluindo instalação de pisos e lajotas, obras de drenagem, áreas de controle, depósitos e demais adequações necessárias para a entrada em operação da estrutura.







