A safra da tainha registrou mais um grande lanço em Balneário Camboriú nesta segunda-feira (1º). Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade, pescadores da Praia de Laranjeiras capturaram cerca de cinco mil tainhas durante a tarde.
Mais cedo, pela manhã, outro lanço foi realizado na Praia de Taquaras, com aproximadamente 500 peixes capturados. No domingo (31), pescadores da Praia Central também registraram a captura de cerca de 500 tainhas.
De acordo com a secretaria, desde o início da temporada, em 1º de maio, aproximadamente 15 mil tainhas já foram pescadas no município.
Nas praias agrestes, os lanços vinham ocorrendo em menor escala ao longo de maio, com volumes variando entre 60 e 250 peixes. Antes da captura registrada em Laranjeiras, a Praia do Estaleirinho concentrava o maior resultado da temporada, com cerca de quatro mil tainhas pescadas.
“Temos notícias de que há bastante peixe pelas praias de Bombinhas, Governador Celso Ramos, então para o sul tem muita tainha ainda. Aqui em Balneário Camboriú tem bastante peixe encostado, então precisa do movimento do vento para tirar a tainha do costão e colocar ela no meio da praia para o pessoal segurar esse peixe na rede”, explica o coordenador de Pesca e Economia Artesanal da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Laércio Demétrio.
A Safra da Tainha segue até 31 de julho e ocorre em dez pontos de pesca do município. Conforme a Prefeitura de Balneário Camboriú, durante o período são realizadas ações de fiscalização embarcada e de conscientização para evitar práticas ilegais e situações que possam afastar os cardumes.
“É uma alegria acompanhar mais uma temporada positiva da pesca artesanal da tainha em Balneário Camboriú, uma tradição que faz parte da nossa cultura e da história das famílias de pescadores. A Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade segue intensificando a fiscalização e a conscientização para garantir uma pesca organizada, combater irregularidades e preservar essa importante atividade. Nosso pedido à comunidade é de respeito aos pontos de pesca, evitando barulhos excessivos que possam prejudicar os lanços e o trabalho dos pescadores”, comenta o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Nelson Oliveira.







